Afinal, qual é o sentido da vida? Por que vivemos? Essa é uma indagação feita por muitas pessoas.
Na moral cristã e de outras religiões existem respostas baseadas em propósitos que há para cada um de nós, nos quais Deus traçou nossos caminhos, estes devem ser percorridos para um propósito maior nos planos do Criador.
Na moral cristã e de outras religiões existem respostas baseadas em propósitos que há para cada um de nós, nos quais Deus traçou nossos caminhos, estes devem ser percorridos para um propósito maior nos planos do Criador.
Particularmente, por eu ser cristão creio nos parâmetros do cristianismo para o sentido da vida e, prefiro não relatá-los especificamente, pois o sentido que descrevo aqui é de um ponto de vista que não abrange necessariamente aspectos religiosos, de crença ou dogmáticos (pelo menos vou tentar, pois sei que é difícil desvincular estas questões).
Sabemos que todos nós estamos suscetíveis a voltarmos para o pó, sermos cremados, etc. A qualquer momento podemos passar dessa pra melhor sem sabermos como, onde e porque e, pergunto: Qual é o sentido de vivermos neste mundo?Também não quero estender essas indagações para como pensamos ou sentimos de forma subjetiva dentro de nós quando respondemos as reações daquilo que é concreto do lado “externo” do nosso corpo e, se estas reações aparentemente subjetivas (que nem a ciência consegue desvendar totalmente), se perdem ou não quando “batemos as botas”. Pois, se formos discorrermos sobre isso, podemos perder o foco e abrangeria folhas e folhas inimagináveis de pesquisas e, provavelmente, não se encontrariam respostas.
A indagação em si é simples, nada mais nada menos é querer saber o por que vivemos, o porque existimos, trabalhamos, comemos, temos momentos de lazer, filhos, namoramos, casamos, envelhecemos e depois morremos. Pra que? Por quê?Pensando nestas questões percebi que o sentido de tudo isso está justamente em perpetuarmos o que podemos oferecer de bom para posteriori, deixarmos bons exemplos aos outros, educar bem a prole e fazer com que a mesma eduque bem nossos netos.
Existem no planeta pessoas que ainda vivem com bons exemplos, que inspiram as outras, mesmo quando passaram "dessa para melhor" (e isso, não tem nada a ver com religião e, muito menos com reencarnação).
Existem no planeta pessoas que ainda vivem com bons exemplos, que inspiram as outras, mesmo quando passaram "dessa para melhor" (e isso, não tem nada a ver com religião e, muito menos com reencarnação).
Podemos “ir”, mas os bons exemplos podem "ficar" e se perpetuarem, se espalharem, no mínimo, nos ambientes que vivemos, não que sejamos perfeitos, entretanto, até nas imperfeições podemos deixar o exemplo da humildade e do reconhecimento de nossas falhas. Tudo isso, em uma linearidade coletiva, que se iniciou a milhares de anos e, provavelmente, durara por muito tempo, mesmo depois de nossa morte, se não houver alguma interceptação.
Portanto, eis o que se percebe como o sentido da vida, deixe algo de bom para outro, deixe com que essa linearidade coletiva seja boa, faça o bem, eduque corretamente seus filhos, viva bem, goze do que há na natureza de forma responsável e ética, para que os bons exemplos se perpetuem de forma positiva mesmo depois que formos "dessa pra melhor" e, talvez, tenha encontrado algum sentido em meio a tantas indagações humanas.


